150 ANOS DO CARTÃO-POSTAL
Uma rede social vintage

Flávia Drummond
Marcos Brás

Ele pode ser considerado o avô do Instagram. Por meio do cartão-postal, que comemorou 150 anos nesta terça-feira (1º), as primeiras imagens de monumentos, fatos históricos, personalidades, cidades e infinita temática começaram a ser compartilhados e rodar o planeta.

Para celebrar esse ícone postal, o Museu Correios, em Brasília, lançou a exposição O mundo em suas mãos: arquitetura em formas, cores e beleza. Até 27/10, a mostra retrata a beleza arquitetônica de diferentes lugares e civilizações por meio de cartões postais do mundo inteiro.

Criado em 1869 por Emmanuel Hermann, na Áustria, inicialmente como meio de comunicação para baratear as correspondências, o “Correspondenz-Karte” surgiu como uma simples cartolina, contendo apenas o selo, o espaço para menção do destinatário e um local, no verso, para mensagens curtas.

Cartão-postal do início do século XX. Foto: Acervo Museu Correios
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Laboratório de Inovação dos Correios acelera projetos

Andressa Gracina
Marcos Nunes

Disruptivo é a palavra da moda no mundo dos negócios. As startups foram as responsáveis por popularizar o termo entre os empreendedores. Para que alguma solução seja considerada disruptiva, deve romper com padrões e modelos estabelecidos no mercado. A dificuldade, porém, está em sair do discurso e inovar na prática.

Cientes desse desafio, empresas têm investido em laboratórios de inovação. Um ambiente controlado para facilitar a imersão e a aceleração de projetos. Salas com paredes brancas e mesas alinhadas dão lugar à ambientes customizáveis, coloridos e integrados. Tudo para estimular a criatividade, a interação entre equipes e o pensar “fora da caixa”.

Nos Correios, ambientes seguindo essa tendência já são realidade. Há um ano e meio foi inaugurado, em Brasília, o Laboratório de Inovação da empresa, chamado Mistura & Faz. Instalado no campus da universidade corporativa dos Correios, o espaço – sem divisões internas – foi decorado com pallets e móveis reaproveitados.

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DIA NACIONAL DO SURDO
Correios emprega 142 pessoas com deficiência auditiva

Kárita Sena

A perda auditiva severa não impediu Regina Pacheco de trabalhar como carteira motorizada.

Quem vê Regina Pacheco, 51, entregando objetos nas ruas do Aero Rancho, na periferia de Campo Grande (MS), não imagina que ela integra mais do que as gigantes estatísticas dos Correios. Além dos mais 900 objetos que ela faz chegar no destino todos os dias, rodando de moto, Regina faz parte de outro importante dado: os mais de 2 milhões de pessoas que convivem com uma deficiência auditiva (DA) severa no Brasil., segundo o IBGE.

Para além dos números, Regina é uma carteira motorizada que venceu obstáculos maiores que qualquer ladeira ou buraco. Há 20 anos, ela recebeu o diagnóstico de perda auditiva leve, que foi se agravando com o tempo até alcançar o grau severo/profundo. Atualmente, ela usa aparelhos auditivos nos dois ouvidos e utiliza a fala normalmente para se comunicar.

“Antes eu achava que todo mundo ouvia como eu. Fui descobrir a perda auditiva em um exame periódico depois de entrar nos Correios”, conta. Há 23 anos na empresa, ela diz que foi se adaptando com o tempo e desenvolveu melhor outros sentidos, inclusive quando foi aprovada para fazer entregas com moto nos Correios.

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Correios emprega 142 pessoas com deficiência auditiva”

Logística fluvial garante serviços postais na região norte

Paula Ramos


Presente em todos os 5.570 municípios do Brasil, os Correios conhecem bem as dimensões continentais e a diversidade do país. Para entregar cerca de meio bilhão de objetos postais por mês em todo o território nacional, a empresa precisa driblar diferenças geográficas, econômicas e sociais.

Na região norte, a maior do país em área territorial, possui também a maior bacia hidrográfica do mundo: a amazônica. São mais de 16 mil quilômetros de malha hidroviária, o que faz dos rios da região a principal via de transporte de passageiros e cargas.

Embarcações repletas de alimentos, eletrodomésticos, materiais de construção, medicamentos e muitos outros objetos, além de passageiros, compõem a paisagem da região. Dono de uma pequena loja de informática na ilha do Marajó, a 228 quilômetros de Belém, Izanias de Sousa Ferreira é um dos microempreendedores que utilizam os serviços dos Correios para manter o seu negócio.

O empresário Izanias de Sousa prefere receber seus pedidos na agência dos Correios. Foto: Divulgação/Correios

“Desde um capacitor até um ventilador a gente pede pelos Correios, porque o frete é mais rápido e barato que na transportadora. Nos Correios demora em média 10 dias para chegar, enquanto na transportadora o mínimo são 21 dias”, relata Izanias.

Com a missão de conectar pessoas, instituições e negócios, clientes como Izanias movem a maior empresa pública do Brasil a oferecer soluções acessíveis e confiáveis. “Os Correios são fundamentais para o funcionamento da cidade: desde enviar um documento via carta registrada até um Sedex”, reconhece o empresário.

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O carteiro da Independência

Fernanda Lobo

Você sabia que na história do Brasil temos um carteiro que se notabilizou? O oficial do Tribunal Militar, Paulo Emílio Bregaro, teve um importante papel nos bastidores da Independência do país. Foi ele quem, em 1822, levou para o príncipe Dom Pedro a carta com as notícias de Portugal que culminaram no rompimento político com a Península Ibérica e na Independência do Brasil.

As palavras ditas pelo conselheiro José Bonifácio de Andrada e Silva, ao recomendar pressa na entrega das correspondências, ainda hoje simbolizam o trabalho responsável do carteiro: “Arrebente e estafe quantos cavalos necessários, mas entregue a carta com toda a urgência” – segundo uma versão. “Se não arrebentar uma dúzia de cavalos, no caminho, nunca mais será correio; veja o que faz!” – aponta outra.

Por seu feito, Paulo Bregaro é considerado o patrono dos Correios. Na cidade de São Paulo, no bairro do Ipiranga, próximo de onde foi proclamada a Independência, há uma rua que o homenageia.

Com melhor custo-benefício, Correios Celular conquista o Brasil

Leonardo Fernandes


Com a maior cobertura 4G do Brasi, a Correios Celular registra a marca de 551,4 mil chips vendidos a clientes de todo o Brasil. Só neste ano, foram 255,7 mil chips. Entre os estados que mais vendem o chip amarelinho estão: Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

A confiança na marca Correios, a transparência do serviço, o relacionamento com o usuário e o preço destacam-se como os principais diferenciais da telefonia móvel da estatal. A partir de R$ 20, todos os planos são pré-pagos e oferecem muitos benefícios: Whatsapp grátis, internet sem cortes por 30 dias (mesmo após o consumo de cada franquia) e benefícios acumulados para o mês seguinte. No plano Alô 40, as ligações são ilimitadas para qualquer operadora e DDD. A novidade é o Plano Alô 30 que, agora, oferece 2 GB de internet.

Ao ir à agência dos Correios para realizar a primeira recarga, em Mar de Espanha, na Zona da Mata mineira, o cliente Antônio da Silva demonstrou sua satisfação com o chip amarelinho. “Fui bem atendido. Empresa correta e séria. Vamos continuar em frente!”, enfatizou.

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ENCOMENDAS INTERNACIONAIS
Compra internacional: opções de frete e prazos de entrega

Camila Gusmão
camilagusmao@correios.com.br


Você já realizou compras em sites internacionais e ficou esperando ansiosamente pela a sua encomenda? Para esclarecer os prazos de entrega dos objetos vindos do exterior e evitar frustrações, a série “Encomenda Internacional” vai explicar todo o processo envolvido nesse tipo de compra. 

Antes de mais nada, é preciso conhecer todas as opções de fretes oferecidas pelos Correios. O tipo de serviço contratado pode reduzir significativamente o tempo para que a sua encomenda chegue até você. Para quem tem urgência, a opção de frete grátis oferecida por lojas virtuais, por exemplo, pode ser uma “pegadinha”.

Também é importante saber que qualquer compra realizada em outro país é considerada uma importação, sujeita à legislação aduaneira. Os objetos são fiscalizados pela Receita Federal para impedir a entrada de produtos perigosos ou ilegais no país como, por exemplo, entorpecentes. O tempo que a Alfândega leva para verificar as encomendas é variável e, portanto, irá interferir no prazo de entrega previsto.

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Importa Fácil Ciência dos Correios incentiva pesquisa no Brasil

Priscila Cardoso


O médico ginecologista Renato Teixeira Souza dedica sua vida acadêmica a pesquisas na área de saúde materna e perinatal. Para avançar em suas descobertas, encontrou nos Correios um grande aliado.

O serviço Importa Fácil Ciência, criado pela estatal há 15 anos, ajuda pesquisadores e entidades de pesquisa a importar máquinas, equipamentos, insumos e instrumentos para trabalhos científicos e tecnológicos.  O projeto é realizado em parceria com o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), entidade à qual os pesquisadores interessados precisam ser credenciados.

A compra via Importa Fácil Ciência oferece uma série de vantagens . Além da facilidade de comprar produtos no exterior sem sair do país, os custos de importação e desembaraço aduaneiro são reduzidos, com isenção de tributos federais e dispensa do exame de similaridade (que garante benefício fiscal apenas aos produtos que não dispõem de similar nacional).

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Patrimônio arquitetônico dos Correios preserva história do Brasil

Centro Cultural Correios São Paulo, no Vale do Anhagabaú.

Kárita Sena

Tradição e modernidade formam a marca dos Correios. Com três séculos e meio de existência, além do registro histórico em peças filatélicas, a empresa expressa a trajetória do país no seu patrimônio arquitetônico. Prédios históricos como do Anhangabaú, que abriga a Agência Central e o Centro Cultural dos Correios em São Paulo, construído em 1922, convivem e contrastam com modernos complexos logísticos como o de Cajamar (SP).

Antes mesmo de ser transformada em empresa, no início do século passado os Correios investiam em modernas construções para sediar a empresa. Nas décadas de 1920 e de 1930, seguindo uma tendência mundial, foram inaugurados imponentes prédios da empresa em cidades como Recife (PE), Manaus (AM), Petrópolis (RJ), João Pessoa (PB), São Paulo (SP) e Santos (SP).

Nessa época, investimentos no setor postal e telegráfico formavam uma conjugação de esforços para alinhamento do país aos movimentos de modernização nas comunicações e de incentivo à integração nacional. O prédio do Vale do Anhangabaú, com sua imponente fachada na capital paulista, ficou marcado por sua ampla e moderna estrutura, além de características como a generosa entrada de iluminação natural.

O local tornou-se um ponto tão marcante na paisagem urbana da capital paulista que a Praça Pedro Lessa ficou conhecida como “Praça do Correio”. O espaço hoje abriga o Centro Cultural Correios de São Paulo.

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Troca de cartas auxilia na leitura e escrita de alunos em MT e PR

Mais de mil quilômetros separam 40 alunos do primeiro ano do ensino fundamental das cidades de Tesouro, em Mato Grosso, e Itambé, no Paraná. Distância vencida por meio da troca de correspondências entre as duas escolas públicas.

A tradicional carta tem sido a aliada das professoras das duas turmas – uma com 15 e outra com 25 estudantes – para trabalhar a leitura e a escrita. “Pensei em uma metodologia para desenvolver essas habilidades com maior facilidade e a ideia das cartas foi aprovada pelos alunos”, contou a professora Evânia Carmo Leão Heintze, da Escola Estadual Arnaldo Estevão de Figueiredo, de Tesouro (a 379 km de Cuiabá). Para colocar em prática o “Projeto Minha Cidade Meu Mundo”, ela contou com a participação da professora Margareth de Branco Costa, da Escola Municipal Domingos Laudenir Vitorino, de Itambé (a 441 km de Curitiba).

Segundo Margareth, como as crianças estão em fase de alfabetização, ela auxilia na redação das cartinhas, escrevendo no quadro o que os alunos demonstram interesse em perguntar a seus colegas de Mato Grosso. Eles também desenham o que mais gostam na sua cidade como forma de apresentação aos novos amigos.

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