Os Correios nos menores municípios do país

Na pacata Serra da Saudade (MG), governo se faz presente por meio dos Correios

Kárita Sena

Em um país conhecido por sua diversidade de culturas, economias e povos, muitos brasis constituem o gigante Brasil. O território nacional abrange desde grandes e movimentadas metrópoles a pequenas cidades e vilas de zonas urbanas e rurais. São mais de 210 milhões de habitantes e só uma instituição consegue chegar a todos eles: os Correios. Em 60% dos municípios brasileiros, a empresa é a única representante da União.

É o caso da pacata Serra da Saudade, município com a menor população do Brasil. Os seus 781 moradores são conhecidos pelo nome na agência postal da cidade. A demanda pelos serviços de Correios vão desde consulta na Serasa, à emissão e regularização de CPF, passando pelo envio de encomendas, logística reversa, e entrega de cartas.

Ao lado da agência dos Correios, a pracinha e a igreja matriz formam o cenário principal do pequeno município. Há mais de dez anos em Serra da Saudade, o atendente dos Correios Lucas Faria recebe regularmente convites para jantar, jogar baralho e conversar, fruto de uma longa convivência com os moradores. “Já sou de casa”, conta ele, que também faz a distribuição postal na cidade.

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Troca de cartas auxilia na leitura e escrita de alunos em MT e PR

Mais de mil quilômetros separam 40 alunos do primeiro ano do ensino fundamental das cidades de Tesouro, em Mato Grosso, e Itambé, no Paraná. Distância vencida por meio da troca de correspondências entre as duas escolas públicas.

A tradicional carta tem sido a aliada das professoras das duas turmas – uma com 15 e outra com 25 estudantes – para trabalhar a leitura e a escrita. “Pensei em uma metodologia para desenvolver essas habilidades com maior facilidade e a ideia das cartas foi aprovada pelos alunos”, contou a professora Evânia Carmo Leão Heintze, da Escola Estadual Arnaldo Estevão de Figueiredo, de Tesouro (a 379 km de Cuiabá). Para colocar em prática o “Projeto Minha Cidade Meu Mundo”, ela contou com a participação da professora Margareth de Branco Costa, da Escola Municipal Domingos Laudenir Vitorino, de Itambé (a 441 km de Curitiba).

Segundo Margareth, como as crianças estão em fase de alfabetização, ela auxilia na redação das cartinhas, escrevendo no quadro o que os alunos demonstram interesse em perguntar a seus colegas de Mato Grosso. Eles também desenham o que mais gostam na sua cidade como forma de apresentação aos novos amigos.

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DE BRASIL A GENTE ENTENDE
Caixa postal comunitária leva cidadania a comunidades isoladas

Priscila Cardoso
priscilac@correios.com.br


São Luís (MA) – Quando uma comunidade surge, a falta de ordenamento urbano gera uma série de problemas aos moradores desses locais: como, por exemplo, a falta de um endereço oficial.

Além de inviabilizar o recebimento de correspondências, a falta de um endereço com CEP impossibilita a realização de cadastros, matrículas em escolas e acesso a serviços públicos que exijam comprovante de residência. Ou seja, inviabiliza o pleno exercício da cidadania dessa população.

Para solucionar esse problema, os Correios oferecem o serviço de Caixas Postais Comunitárias. Além de oferecer mais qualidade na entrega de correspondências, as caixas postais comunitárias garantem ao cidadão um endereço postal seguro e confiável.

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